Há tantas pessoas com as mais belas intenções, muito solidárias, esforçando-se por serem fraternas e solícitas, dispostas a ajudar sempre. Olhando de fora até parece mesmo que são caridosas, que são humildes. Mas ao se aproximar mais um pouco, alguém mais experiente ou mais sábio, logo percebe que por baixo de toda aquela solicitude se esconde a revolta contra a ordem cósmica, o desejo inútil de igualdade, a falsa noção de liberdade.
Todo aquele bem que parecem fazer nada mais é que demonstração de orgulho insano contra o Criador, de ilusão sobre as próprias forças. Estas pessoas pensam que podem por si mesmas se erguerem até as mais elevadas alturas do espírito. Pensam que ao distribuir sopas e agasalhos estão sendo muito caridosas, muito cristãs. Mas ai que armadilha demoníaca! Como pode haver caridade onde não há fé? Como pode haver verdadeiro amor ao próximo se não se ama a Deus Pai, Filho e Espírito Santo? Se não se faz a Sua vontade e sim se se busca por sua própria conta caminhar na terra na vã esperança de criar asas e conquistar o Céu? Que digo? Céu? Não, não, o Céu está por demais distante...há “planos superiores”, de luzes e anjos assim muito iluminados... Mas não nos foi avisado que Satanás se mascara em anjo de luz? Então como crêem tão facilmente nessas mentiras de que se vai “salvar” a si mesmo, de que se vai conseguir alcançar algo mais alto por sua própria conta? Não sabem que Deus dá as forças e tira as forças quando quiser? Não sabem eles que não se pode ser feliz realmente, não se pode alcançar alturas celestiais quem não servir a Ele?
Alguns podem dizer “mas eles servem, vejam como fazem doações, como dizem palavras doces aos necessitados!”. Não, não servem a Deus. Servem a si mesmos na esperança de “progredir espiritualmente” e ascender a “mundos superiores”. Se alguém diz que o serviço a Deus começa na atenta apreciação de suas palavras coletadas pelos santos apóstolos e discípulos, na palavra guardada com respeito e amor, com atenção e fé, na palavra que instituiu a Igreja na pedra bruta que é Simão Petrus, na palavra que ensinou aos apóstolos certas coisas que eles passaram adiante, nas palavras guardadas inteiras, no depósito da fé...logo estes “caridosos” mostram sua verdadeira face e já não há mais doçura, há palavras cheias de orgulho, há o sentimento de que suas obras irão conquistar os prêmios divinos e que a fé vivida pelos cristãos desde o tempo de Jesus Cristo até hoje é pura falsidade, pois a verdadeira fé é raciocinada... como se fé não pudesse andar junto com a razão para o cristão! Logo o cristão que preservou o conhecimento dos antigos, desenvolveu a filosofia, criou as catedrais... Logo este cristão que preservou a confiança dos apóstolos. Sim, pois confiar é ato racional para ser algo verdadeiro. Não se pode confiar em algo que faz mal, isso é loucura! Então como há os que confiam em gente que surgiu tanto tempo depois do Cristo, crendo firmemente que os anteriores eram todos uns estúpidos ou no máximo uns pobres coitados que não entenderam a mensagem cristã?! Santo Atanásio, Santa Teresa, São Bernardo, Santo Tomás... grandes inteligências como estas são tidas por estes “caridosos” como “atrasados”, que não compreenderam a mensagem do Cristo... quanta soberba! Quanta ilusão! Como não percebem a armadilha na qual estão presos? Eles bradam que a este Deus cristão eles não servirão... familiares estas palavras?
Almas assim se enganam, enganam aos outros e os arrastam aos abismos infernais. Porque não são humildes, porque não querem servir, porque arrumaram para si falsas doutrinas, não baixam a cabeça para Deus, blasfemam e cultuam seus espíritos positivistas como se estes fossem divinos realmente. Arrumam todo tipo de desculpas para fazer o que é proibido. Sentimentais, caem nos engodos diabólicos e vivem iludidas crendo mesmo que encontraram a verdade. Mas como encontrá-la se não a buscam realmente? Pois se elas buscarem acharão, isso foi prometido por Deus mesmo. Se elas continuam iludidas é porque estão sendo castigadas por sua soberba. Se tivessem a mínima intenção de buscar a verdade, o Espírito Santo tocaria seus corações e o pesadelo terminaria.
Que Deus tenha misericórdia de suas almas! Que elas possam acordar assim como eu acordei.
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domingo, 9 de setembro de 2012
domingo, 25 de setembro de 2011
Vocês já pararam para pensar que a carne de Nosso Senhor Jesus Cristo foi formada da carne de Maria? Que coisa mais linda! Já imaginaram a ligação que existe entre eles dois? A união desse Filho e dessa Mãe sempre obedientes ao Pai? Como é lindo isso!
Como é que podemos passar a vida sem meditar um pouco que seja nessa verdade? Como é que podemos pensar em tantas bobagens quando no mundo em que vivemos o próprio Deus encarnou no seio de uma humilde virgem e nos trouxe a salvação? Como podemos não pensar no sublime papel dessa simples moça de Nazaré?
Como não dar Glória a Deus por tanta beleza, por tanta verdade, por tanto amor?
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Como não dar Glória a Deus por tanta beleza, por tanta verdade, por tanto amor?
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
a esperança
Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam: A primeira vela disse: - Eu sou a Paz! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse: - Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. Há pessoas que não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento leve bateu sobre ela, e ela se apagou. Falando baixinho e com tristeza a terceira vela se manifestou: - Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem até daqueles à sua volta que as amam. E sem demora apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas. - Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar. Então a quarta vela falou: - Não tenha medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a Esperança. A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras..."Que a vela da esperança nunca se apague dentro de nós..."
A segunda vela disse: - Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. Há pessoas que não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento leve bateu sobre ela, e ela se apagou. Falando baixinho e com tristeza a terceira vela se manifestou: - Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem até daqueles à sua volta que as amam. E sem demora apagou-se.
De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas. - Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar. Então a quarta vela falou: - Não tenha medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a Esperança. A criança com os olhos brilhantes pegou a vela que restava e acendeu todas as outras..."Que a vela da esperança nunca se apague dentro de nós..."
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O AVISO
Existem pessoas que, por sua forma natural de agir, conquistam os demais. Algumas são tão estimadas pelas crianças que passam a ser chamadas de tias, vovôs, sem terem qualquer laço de parentesco.
Assim era com o senhor Raul. Ele fora, durante anos, o professor de História na maior escola daquela cidade.
Aposentado, afeiçoado às crianças e à cultura, ofereceu-se como voluntário na biblioteca pública.
Idealista e idealizador, criou um pequeno espaço, no andar térreo, próximo ao setor de livros infantis, a que denominou o cantinho das histórias.
Todas as tardes, durante um período previamente marcado, ali ficava ele, a encantar os pequenos com suas histórias.
Com o passar dos meses, o número de visitas à biblioteca foi se tornando maior. Em especial as crianças e, de preferência, na hora das histórias de vovô Raul.
Na proximidade do Natal, o bom professor começou a cogitar o que de melhor poderia fazer para comemorar, com a comunidade, o nascimento de Jesus.
Recordou, então, do que fizera Francisco de Assis, no século treze. Por isso, buscou amigos e conhecidos, solicitou ajuda, em recursos e mão de obra, e deu início ao cenário do nascimento do Cristo.
Todos se entusiasmaram com o projeto. Não faltaram voluntários.
Ergueu-se o que deveria parecer um estábulo, colocou-se a manjedoura, a palha, criou-se um ambiente rústico no pequeno canto destinado às histórias do vovô Raul.
Às vésperas do dia de Natal, Raul recolheu-se tarde, após verificar que tudo estava em ordem. Já estavam escolhidos os personagens que, no dia seguinte, dramatizariam o nascimento do menino Jesus.
Nenhum detalhe fora esquecido e sabia-se que grande parte da comunidade acorreria ao evento. Naturalmente, em horários diversos, pois o ambiente não comportava todos de uma única vez.
Mal se deitara, Raul teve a impressão de escutar uma voz que lhe dizia para trocar o local da dramatização para o lado oposto, nos fundos da sala.
Por mais que tentasse conciliar o sono, aquilo não lhe saía da mente. Tanto o atormentou que ele mal dormiu. Levantou-se pela madrugada e foi chamar os seus voluntários para proceder à mudança.
Não conseguia saber porque, mas devia fazer aquilo. Era algo dentro dele que falava alto.
Um tanto cansados, mas respeitosos, concordaram os auxiliares em realizar a mudança do cenário para os fundos da sala, no lado oposto.
Quando a comemoração atingia o auge e a sala se encontrava repleta, um estrondo ensurdecedor se fez ouvir.
Todos se voltaram para o cantinho das histórias, de onde vinha o ruído, e viram aterrorizados um ônibus desgovernado adentrar à biblioteca derrubando prateleiras e livros, parando a poucos passos de onde eles se encontravam.
Foi então que vovô Raul entendeu que foi a Providência Divina, sempre solícita para com os Seus filhos, que lhe inspirou, com insistência, a idéia de realizar a mudança e, na sua intimidade, orou ao divino Pai, agradecendo.
* * *
Muitas vezes, os Anjos nos alertam, através da inspiração, das dificuldades e tropeços que podem ser evitados.
Todas as criaturas são desta forma auxiliadas, mas que nem todas se apercebem.
Existem mesmo as que levam tudo à conta de superstição e crendice, esquecidas de que Deus vela por todos, continuamente, providenciando o socorro devido nas mais diversas ocasiões.
Assim era com o senhor Raul. Ele fora, durante anos, o professor de História na maior escola daquela cidade.
Aposentado, afeiçoado às crianças e à cultura, ofereceu-se como voluntário na biblioteca pública.
Idealista e idealizador, criou um pequeno espaço, no andar térreo, próximo ao setor de livros infantis, a que denominou o cantinho das histórias.
Todas as tardes, durante um período previamente marcado, ali ficava ele, a encantar os pequenos com suas histórias.
Com o passar dos meses, o número de visitas à biblioteca foi se tornando maior. Em especial as crianças e, de preferência, na hora das histórias de vovô Raul.
Na proximidade do Natal, o bom professor começou a cogitar o que de melhor poderia fazer para comemorar, com a comunidade, o nascimento de Jesus.
Recordou, então, do que fizera Francisco de Assis, no século treze. Por isso, buscou amigos e conhecidos, solicitou ajuda, em recursos e mão de obra, e deu início ao cenário do nascimento do Cristo.
Todos se entusiasmaram com o projeto. Não faltaram voluntários.
Ergueu-se o que deveria parecer um estábulo, colocou-se a manjedoura, a palha, criou-se um ambiente rústico no pequeno canto destinado às histórias do vovô Raul.
Às vésperas do dia de Natal, Raul recolheu-se tarde, após verificar que tudo estava em ordem. Já estavam escolhidos os personagens que, no dia seguinte, dramatizariam o nascimento do menino Jesus.
Nenhum detalhe fora esquecido e sabia-se que grande parte da comunidade acorreria ao evento. Naturalmente, em horários diversos, pois o ambiente não comportava todos de uma única vez.
Mal se deitara, Raul teve a impressão de escutar uma voz que lhe dizia para trocar o local da dramatização para o lado oposto, nos fundos da sala.
Por mais que tentasse conciliar o sono, aquilo não lhe saía da mente. Tanto o atormentou que ele mal dormiu. Levantou-se pela madrugada e foi chamar os seus voluntários para proceder à mudança.
Não conseguia saber porque, mas devia fazer aquilo. Era algo dentro dele que falava alto.
Um tanto cansados, mas respeitosos, concordaram os auxiliares em realizar a mudança do cenário para os fundos da sala, no lado oposto.
Quando a comemoração atingia o auge e a sala se encontrava repleta, um estrondo ensurdecedor se fez ouvir.
Todos se voltaram para o cantinho das histórias, de onde vinha o ruído, e viram aterrorizados um ônibus desgovernado adentrar à biblioteca derrubando prateleiras e livros, parando a poucos passos de onde eles se encontravam.
Foi então que vovô Raul entendeu que foi a Providência Divina, sempre solícita para com os Seus filhos, que lhe inspirou, com insistência, a idéia de realizar a mudança e, na sua intimidade, orou ao divino Pai, agradecendo.
* * *
Muitas vezes, os Anjos nos alertam, através da inspiração, das dificuldades e tropeços que podem ser evitados.
Todas as criaturas são desta forma auxiliadas, mas que nem todas se apercebem.
Existem mesmo as que levam tudo à conta de superstição e crendice, esquecidas de que Deus vela por todos, continuamente, providenciando o socorro devido nas mais diversas ocasiões.
REFLEXÕES
Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um
marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego
que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo
isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo
o tempo e a sua vida estava deficitária em
algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava
dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado
o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram
sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe
deu um presente: uma flor muito cara e raríssima,
da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito
mais do que você imagina! Você terá apenas que
regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes
conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em
troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era
de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o
trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa,olhava a flor e as flores ainda
estavam, lá, não mostravam sinal de fraqueza
ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais
nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam
ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o
que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu
já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te
dar outra flor,porque não existe outra igual a essa,
ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua
família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas
você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar
atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos
também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre
lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu
de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!
E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe
dado? Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos
do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas
marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego
que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo
isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo
o tempo e a sua vida estava deficitária em
algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava
dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado
o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram
sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe
deu um presente: uma flor muito cara e raríssima,
da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito
mais do que você imagina! Você terá apenas que
regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes
conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em
troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era
de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o
trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa,olhava a flor e as flores ainda
estavam, lá, não mostravam sinal de fraqueza
ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais
nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam
ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o
que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu
já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te
dar outra flor,porque não existe outra igual a essa,
ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua
família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas
você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar
atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos
também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre
lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu
de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!
E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe
dado? Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos
do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas
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